Vamos falar de Geologia - Conversas com o Professor Galopim



12 videoconferências, com duração de aproximadamente 45 minutos, com um período de apresentação do tema, durante 30 a 40 minutos, aproximadamente, seguida de perguntas e respostas nos restantes minutos, moderadas pelo Museu. Especialmente destinadas aos professores de geologia e de geografia, embora sejam acessíveis à generalidade do público.
 

Assista às sessões de outubro, novembro, dezembro aqui


PROGRAMA

8 janeiro
GEODIVERSIDADE E GEOCONSERVAÇÃO
A paisagem física não é apenas a da flora e da fauna. É também e sobretudo a do suporte geológico que a condiciona. Muitas ocorrências geológicas e paleontológicas podem e devem ser entendidas como documentos importantes de uma história, ainda mas antiga, processada ao longo de milhões e milhões de anos.

 

15 janeiro
ROCHAS E PEDRAS SÃO A MESMA COISA
Apanhamos uma pedra do chão, mas, quando estudamos, falamos quase sempre de rochas. Elas são importantes documentos que nos falam da história da Terra e estão, desde sempre, entre as principais matérias-primas ao serviço da sociedade.

29 janeiro 
GEODIVERSIDADE EM SOLOS E FLORESTAS
Entendemos por geodiversidade o conjunto de todas as ocorrências de natureza geológica, com destaque para rochas, minerais e fósseis, dobras e falhas, grutas, minas e pedreiras, relevos e depressões, vulcões e astroblemas. Geossítios e Geomonumentos ao nível do afloramento, do sítio e da paisagem.

5 fevereiro
DO GRANITO AO GRANITO
Comandada pela energia interna da Terra, a reciclagem das rochas é uma constante desde a sua origem há, pelo menos, quatro mil milhões de anos. O granito é uma das muitas rochas que percorre essa caminhada com uma periodicidade de algumas centenas de milhões de anos.

12 fevereiro
DO MUITO FRIO AO MUITO QUENTE
Das regiões polares, onde a incidência rasante da energia solar (os raios de sol), mesmo de verão, não é suficiente para derreter a neve e o gelo, às intertropicais, onde as temperaturas à superfície mudam as paisagens físicas e humanas.

19 fevereiro
HÁ DESERTOS E DESERTOS
Indo à origem, a palavra deserto, que quer dizer desabitado de gente, ermo, radica no verbo latino desertere, que significa abandonar, mas em termos geológicos e geográficos, o deserto é uma região de pluviosidade inferior a 500 mm/ano e forte evaporação, pouco favorável à ocupação vegetal e animal.

26 fevereiro
SISTEMA MORFOCLIMÁTICO TEMPERADO
Numa situação geográfica intercalada entre dois domínios climáticos extremos, os frios e os quentes, os processos morfogenéticos e sedimentogenéticos associados aos climas temperados têm características intermédias, de transição entre os sistemas limítrofes. Tais características são conducentes à alteração moderada das rochas e à formação lenta de solos, dois aspetos preparatórios da erosão.

5 de março
SISTEMA MORFOCLIMÁTICO GLACIÁRIO
É nos glaciares ou geleiras, sejam eles de latitude (polar) ou de altitude, que tem lugar o essencial deste tipo de ações. Quando em movimento, as línguas de gelo, canalizadas em vales, têm capacidade para arrancar e transportar, a grandes distâncias, fragmentos de rochas do substrato, desde blocos enormes às poeiras mais finas.

12 março
SISTEMA MORFOCLIMÁTICO PERIGLACIÁRIO
No limite periférico dos “inlandsis” polares ou dos desertos boreais e a zona temperada fria, este sistema ocupa extensões maiores ou menores de terrenos, na maioria sujeitos às ações erosivas do vento. Em situação de alguma humidade, desenvolvem-se a tundra circumpolar e as turfeiras boreais.

19 março
ESTUÁRIOS DE PORTUGAL
Na maioria, vales fluviais escavados durante a glaciação Würm, a que correspondeu uma importante regressão, foram, posteriormente, invadidos pelo mar durante a transgressão induzida pelo subsequente melhoramento climático. Praticamente todos os rios portugueses, do Minho ao Guadiana, terminam em estuários mais ou menos amplos e de profundidades variáveis.

26 março
LAGUNAS E LAGOAS DE PORTUGAL
À semelhança dos estuários, as nossas lagunas, muitas delas referidas por lagoas, evoluíram em relação com a transgressão Flandriana. São o resultado da evolução de estuários que foram posteriormente fechados por um cordão arenoso.

 

HORA: 18h00

Lotação: 75 participantes 
Link ZOOM apenas fornecido aos inscritos

Inscrições 
geral@museus.ulisboa.pt | 213 921 808

Assista em direto no YouTube do MUHNAC