Laboratório de Cristina H Melo e Proximidade de José Manuel Costa Alves

Exposições de fotografia de Cristina H. Melo e José Manuel Costa Alves

Quando: 
6 de Abril de 2019 a 5 de Maio de 2019
Onde: 

Laboratório de Química Analítica | Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Cristina H Melo propõe apresentar fotografias de “Naturezas mortas” feitas a partir de quadros a óleo do período renascentista. Um trabalho meticuloso e intenso, um verdadeiro labor cujo objetivo é prender a atenção do público para uma irrealidade absoluta que oferece como estimulo para a imaginação, podendo cada um explorar a sua fantasia, horizontes de desejos, tentações, aventuras e perigos. Pensa usar imagens nas paredes e nas gavetas e construir uma natureza morta que contemple o tema escolhido neste projeto.
 

Cristina H Melo – Nota biográfica

Nasceu em Lisboa, em Junho de 1962. Vive e exerce a sua actividade em Lisboa. Estudou psicoterapia no Reino Unido, nomeadamente na área das doenças compulsivas, e posteriormente foi pioneira do método Minnesota em Portugal, tendo fundado a Clínica Era - Empatia, Recuperação e Apoio, em Lisboa onde trabalhou durante alguns anos. No final dos 90 deixa a Clínica e Portugal e viaja pelo mundo. Durante essa viagem, que foi sobretudo a do reencontro consigo própria, começa a desenhar, sobretudo utilizando traços geométricos. Regressa a Portugal em 2001 e frequenta o curso de desenho da SNBA, tendo decidido passar a dedicar-se à pintura. Nos seus últimos trabalhos utiliza cada vez mais a fotografia como meio experimental para uma técnica mista em que também trabalha com a colagem e decide tirar o curso profissional de fotografia no IPF, em Lisboa, para poder desenvolver os seus processos. Continuou os seus estudos no Atelier de Lisboa sob a orientação de António Julio Duarte e apresentou em 2017 o projeto, Não Era Meu, Mas Agora É, na Pequena Galeria, em Lisboa.

 

José Manuel Costa Alves apresentará PROXIMIDADE, fotografias com 60x90 cm ou maiores da nova série de paisagens de Lisboa captadas nas zonas circundantes do local da exposição.

José Manuel Costa Alves, fotógrafo – Nota biográfica

Nasceu em Lisboa em 1950 onde vive e trabalha. Estudou Arquitectura na ESBAL e na FAUTL. Desde muito novo interessado pela fotografia, é na adolescência que desenvolve a sua actividade tendo-se profissionalizado entretanto. Autodidacta e sempre muito vocacionado para aspectos técnicos frequentou numerosas acções de formação da qual se destaca o Workshop Sinar

(Schaffhausen – Suíça). Os seus trabalhos profissionais têm-se multiplicado em áreas tão diversas como a Arquitectura, a Arte, o Património, a Publicidade, a Indústria, a Moda... O seu interesse pela paisagem manifesta-se cedo.

Em 1975 expõe fotografias de paisagens na SNBA numa exposição conjunta com Julião Sarmento e Jorge Costa Martins que apresentaram trabalhos de temas muito diferentes.

Em 1993 é co-autor, com Fernando Nunes Pedro, do livro O GOLFE EM PORTUGAL (Texto Editora ISBN 972~72-0484-X), tendo fotografado todos os campos de golfe em Portugal e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, bem como na Escócia - as “origens”. Em 2003 expõe LISBOA no Pavilhão Branco do Museu da Cidade de Lisboa (11 fotografias panorâmicas, 180º, de grandes dimensões). Simultaneamente é publicado o livro LISBOA (Quimera ISBN 972-589-111-2) com 22x48 cm onde as

mesmas fotografias têm 96 cm de largura. Em 2005-2006 desenvolve, por convite de Manuel da Costa Cabral (então Director do Serviço de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian), no âmbito do Cinquentenário da Fundação, um longo trabalho de levantamento fotográfico das instalações construídas (exteriores e interiores) e jardim. Estes trabalhos têm sido utilizados desde então em numerosas publicações e exposições. Um álbum/caixa de grandes dimensões (1x1,2x0,15 m) com 35 imagens seleccionadas pelo autor, com o título FCG 2005-2006, foi produzido e adquirido pela Biblioteca de Arte da FCG. Em 2017 expõe Lisboa W-E no jardim do Palácio Pimenta: 33 fotografias sequenciais – o Estuário do Tejo e a Zona Ribeirinha de Lisboa desde Pedrouços até ao Rio Trancão (1 fotografia com 1x3m e 32 com 1x1,5 m totalizando cerca de 52 m).Entretanto foi publicado o livro com o mesmo título (Caleidoscópio ISBN 978-989-658-483-2) com 22x31 cm. Ao longo de dezenas de anos trabalhou com centenas de clientes, amigos e artistas (participando na produção das suas criações). Não têm conto (provavelmente ultrapassam o milhar) as publicações (livros, catálogos e revistas) em que participou ou está publicado.

 

Inauguração 5 de abril, às 19h00.

Exposição de Arte e Ciência