Novas Exposições


MOSTRA "DA FÍSICA CLÁSSICA À TEORIA QUÂNTICA" 

A Física Quântica é desde o início do Séc. XX, usada para descrever fenómenos da Natureza, muitos deles, invisíveis aos nossos olhos, e hoje tem um grande impacto no nosso quotidiano, no desenvolvimento e utilização das novas tecnologias.

Está presente, por exemplo, nos equipamentos eletrónicos, desde computadores a tablets e smartphones, passando pelos GPS, satélites, naves espaciais, aviões e radares; a tecnologia a laser permite-nos usar códigos de barras, sensores e controlos remotos; na área da Medicina também surgiram tecnologias avançadas de diagnóstico e intervenção, como a ressonância magnética, tomografia computorizada e a ecografia, oferecendo tratamentos menos invasivos e mais eficazes; e as simulações de computador e a criptografia também são possíveis devido ao desenvolvimento da teoria quântica.

A Teoria Quântica surgiu com os trabalhos de Planck, Einstein, Rutherford, Bohr, Schrodinger e Pauli, entre outros, para explicar o comportamento de fenómenos que a Física clássica deixou de conseguir explicar, nomeadamente, o comportamento das partículas fundamentais (ao nível atómico e subatómico) que constituem a matéria que existe no Universo. Mas vários outros cientistas lhes antecederam nesta tentativa de descrever a natureza da matéria. A Análise Química Espectral surgiu em 1860 com Bunsen e Kirchhoff e contribuiu para o novo modelo quântico do átomo. Röntgen produziu e detetou em 1895, a radiação electromagnética nos comprimentos de onda correspondentes aos Raios X, entre outros.

O MUHNAC associa-se à celebração do Dia Mundial Quântico (14 de abril) com uma Mostra onde podemos encontrar vários objetos relacionados com este conhecimento prévio, nomeadamente as duas frentes de pesquisa do final do Séc. XIX: o estudo dos raios catódicos e a espectroscopia. Mas também podemos ver um processador quântico, que está na base na revolução tecnológica atual.

Datas: 14 abril a 3 julho

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BIOINSPIRAÇÃO: A COR DOS INSETOS NA BASE DA INOVAÇÃO

Exposição sobre os mecanismos da cor estrutural dos insetos e a inspiração nestes mecanismos para o desenvolvimento de novos materiais. Os insetos, em especial o grupo dos escaravelhos, pertencentes à Ordem Coleoptera, apresentam uma grande diversidade de cores e padrões produzidos por mecanismos que envolvem o aparecimento de cores estruturais. A iridescência é observada em muitos casos, significando que a cor do inseto varia de acordo com o ângulo de incidência da luz e da posição do observador. Em muitos casos os efeitos são fantásticos e estes insetos fazem lembrar joias e materiais preciosos.

A exposição apresenta o trabalho realizado no âmbito do projeto NanoCell2Sec - Soluções sustentáveis de elementos de segurança ótica impressos derivados da cor estrutural de compósitos de nanocelulose inspirados na natureza, uma colaboração entre o Museu Nacional de História Natural e da Ciência/CE3C da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. A exposição incidirá sobre o trabalho do projeto, nomeadamente no estudo da cor estrutural dos insetos na coleção do Museu e o seu uso como (bio)inspiração no desenvolvimento de materiais derivados de celulose, tais como nanocristais de celulose, que visam aproximar os efeitos visuais observados nos insetos.

Datas: 1 junho a 3 julho
Local: Sala Azul | Museu

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Consulte também o PROGRAMA ARTE, NATUREZA E CIÊNCIA